sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Alguns destaques da edição 142 de 25/Jan/2008

Orgasmo, a (in)felicidade das mulheres (por Nvunda Tonet)
- A sexualidade não começa nem termina em quatro paredes é por cima de uma cama

Este artigo tenta unicamente apresentar uma reflexão proeminente sobre a actividade sexual na mulher com maior incidência nos aspectos emocionais da sua vida e as interferências que resultam em consequência da fragilidade sexual. A actividade sexual pode ser dividida em 3 fases: o desejo, excitação e orgasmo.

Paihama, os cães e os angolanos (por Orlando Castro)
No passado dia 12, o ministro da Defesa de Angola, Kundy Paihama, “botou faladura” num comício na Sede do Município da Matala e, quanto a mim, prestou um alto serviço ao país e até, digo-o em consciência, ao mundo democrático. “Não percam tempo a escutar as mensagens de promessas de certos Políticos”, disse com o seu habitual brilhantismo oratório o ministro da Defesa, acrescentando: “Trabalhem para serem ricos”.

Os cães do ministro e o ministro dos cães (por Jorge Eurico)
Sob o título “Pahiama, os cães e os angolanos”, o jornalista Orlando Castro diz, aqui no texto ao lado, que o ministro da Defesa insultou, em nome de Eduardo dos Santos e do MPLA, o Povo afirmando, no passado dia 12 no município da Matala, província da Huila, que dorme bem, como bem e o que resta, quando resta, no seu prato dá aos seus cães e não aos pobres. Não sei porquê (se calhar por não dormir
bem, não comer bem e não ter restos para dar ao Pantufa cá de casa), mas esta boca foleira de Kundy Pahiama, que de ora avante deve merecer o desrespeito de todos nós, não me surpreende na dica de nada.

EDM garante que crise energética na África do Sul não afecta o País
Moçambique não será prejudicado pela crise energética na África do Sul, país onde é transformada a energia eléctrica que abastece alguns Estados da África Austral, garantiu recentemente um administrador da empresa pública de Electricidade de Moçambique (EDM). “Não há perigo de Moçambique ser afectado pela crise na África do Sul, porque a energia consumida em Moçambique só passa pela África do Sul, mas é produzida em Moçambique, na Hidroeléctrica de Cahora Bassa”, disse o administrador para a área de redes da EDM, Augusto de Sousa Fernando.

ZIMBABUÉ: Polícia carrega sobre manifestantes da oposição em Harare
A polícia do Zimbabué carregou quarta-feira sobre manifestantes que se dirigiam para um estádio nos arredores de Harare, depois de um juiz ter autorizado um comício da oposição no recinto, noticiou a agência sul-africana de notícias Sapa. A polícia usou canhões de água e lançou granadas de gás lacrimogéneo contra centenas de manifestantes do Movimento para a Mudança Democrática (MDC, oposição) que se haviam concentrado na sede do MDC, no centro da capital, e se dirigiam a pé para o estádio de Glamis, minutos depois de um juiz ter autorizado a realização de um comício no local, de acordo com a Sapa.

Portugal vai apoiar vítimas das inundações
Portugal vai iniciar imediatamente o apoio à população afectada pelas cheias no Centro do País através da Fundação Aga Khan, devendo “avançar com outros apoios” nos próximos dias, anunciou recentemente o vice-ministro português das Relações Exteriores, João Cravinho.

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Banco Mundial alerta para risco de abrandamento na luta à pobreza

O Banco Mundial (BM) considerou ontem existir um «claro risco» de abrandamento do ritmo de redução da pobreza em Moçambique, que atinge ainda mais de metade da população do país, apesar das melhorias nos últimos anos.

«Em termos gerais, o Governo prevê a continuação do crescimento e da redução da pobreza, mas há um claro risco de que a taxa de redução da pobreza abrande», refere o relatório do BM, ontem apresentado em Maputo e que revela um país como «um exemplo para outras nações em transição» no que respeita à redução da pobreza.

O documento - intitulado « Conseguindo o Improvável, sustentar a inclusão na economia em crescimento de Moçambique» - começa por assinalar a redução da taxa de pobreza alcançada no pós guerra civil, passando de 69 por cento em 1997 para 54 por cento em 2003 (o governo prevê que em 2009 se situe abaixo de metade da população).

«Estes êxitos partem de uma base caracterizada por uma economia devastada pela guerra civil», observa a organização no seu relatório, apontando que Moçambique »continua a ser um dos países mais pobres do mundo«.

«Historicamente, verifica-se que os episódios de altas taxas de crescimento de países em recuperação de guerras esmorecem e acabam ao fim de sete anos», nota a organização.

Para o BM, num momento em que o país apresenta, desde 2003, taxas de crescimento superiores a sete por cento, «a questão fulcral é saber se o crescimento de Moçambique irá manter-se e se se traduzirá numa continuada redução da pobreza, beneficiando aqueles que ainda se mantêm vulneráveis, marginalizados e empobrecidos segundo todos os padrões internacionais».

«Os dados recentes relativos a Moçambique não são conclusivos«, reconhece o BM, apontando um crescimento das desigualdades nas zonas rurais e urbanas.

A organização aplaude, por outro lado, a »grande conquista« do Governo moçambicano em matéria de educação, nomeadamente a multiplicação de escolas do ensino básico e a redução do fosso entre rapazes e raparigas, e aconselha outros sectores a seguirem-lhe o exemplo. E destaca a aposta na agricultura, sustentando que o aumento da produção agrícola reduziu em »três quartos a taxa de incidência da pobreza«, observa-se no documento.

Louise Fox, responsável pela elaboração do relatório, sugeriu uma aposta na atracção de investimento directo estrangeiro em indústrias de mão-de-obra intensiva, pois »confinar o investimento directo estrangeiro a mega-projectos industriais intensivos no uso de capital e energia não irá criar os postos de trabalho necessários«.

Paralelamente, prosseguiu, é necessário potenciar a agricultura comercial através do apoio a empresas rurais, da criação de infra-estruturas de comercialização, do desenvolvimento de serviços rurais e da melhoria das vias de acesso.

«Redireccionar e incrementar» o investimento no capital humano, nomeadamente expandindo a rede escolar e reduzindo os custos da educação, além de investir em novos postos e centros de saúde devem também ser aposta de Moçambique, a par de um reforço da boa governação e da prestação de contas, no entender da responsável do BM.

Presente na apresentação do relatório, o vice-ministro da Planificação e Desenvolvimento de Moçambique, Victor Bernardo, considerou o relatório «muito bem-vindo e de grande utilidade» para ajudar o Executivo a «fazer as correcções que forem necessárias». «Temos a convicção de que estamos a caminhar na direcção correcta«, reforçou o governante.

Inudações deste ano ultrapassam cheias de 2000, diz Cruz Vermelha

A Cruz verrmelha anunciou ontem que as inundações, deste ano, em Moçambique são as piores das registas em 2000/2001,pelo facto de ter causado mais danos materiais.Para acudir a situação dos sinistrados, àquela instituição filantrópica lançou um apelo para angariar cinco milhões de euros (7,3 milhões de dólares norte-americanos) para a região da África Austral.
"As inundações deste ano são piores que as de 2000, não em termos de perdas de vidas humanas, mas no que se refere aos danos das colheitas", disse Françoise Le Goff, directora da Cruz Vermelha para a África Austral.
A responsável sublinhou que já morreram sete pessoas este ano, contra os mais de 700 registados em 2000/2001.Le Goff frisou que mais de 180.000 pessoas estão actualmente na condição de deslocados por causa das cheias em Moçambique, dos quais pelo menos 57.000 perderam tudo, em particular no vale do Zambeze (centro), salientou a fonte à imprensa em Joannesburgo.
Os sinistrados de Moçambique constituem mais de metade do que todos os afectados, desde o início da época das chuvas em toda a África Autral (112.000).
Os fundos que a Cruz Vermelha prentende angariar, vai permitir ajudar pelo menos 150.000 pessoas durante de seis próximos meses nos países de África Austral, afectados pelas inundações, nomeadamente, Lesotho, Malawi, Namíbia, Swazilândia, Zâmbia e Zimbabwé.

Presidente do Banco Mundial vai ver cheias «in loco»

O Presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, vai estar a 3 e 4 de Fevereiro em Moçambique, para visitar as zonas afectadas pelas cheias dos rios Zambeze e Pungué, anunciou ontem a instituição financeira.
Zoellick chegará a Moçambique depois de participar na Cimeira da União Africana em Addis Abeba (Etiópia), e tem previsto um encontro com o presidente moçambicano, Armando Guebuza, além de outros governantes, empresários e representantes da sociedade civil.
O porta-voz do Centro Nacional Operativo de Emergência (CENOE), Belarmino Chivambo, disse ontem à Lusa que continuam a chegar diariamente uma média mil pessoas aos centros de realojamento das vítimas das cheias, estando a contagem oficial em 81 mil pessoas deslocadas (77.150 na terça-feira).
Há um ano, o número de deslocados elevou-se a cerca de 160 mil. A tendência de estabilização dos quatro principais rios do centro do país e das descargas da barragem da Hidroeléctrica de Cahora Bassa, uma das principais razões das inundações no vale do Zambeze, continuou nas últimas 24 horas, adiantou Belarmino Chivambo.
Do programa ontem divulgado consta ainda uma visita à fábrica de alumínio Mozal e ao centro de distribuição de gás de Temane, dois "mega-projectos" empresariais apoiados pelo Banco Mundial. O presidente desta instituição financeira mundial desloca-se também à Libéria e à Mauritânia.
O périplo africano surge numa altura em que o Banco Mundial anuncia que em 2008 vai superar o nível recorde de envolvimento em projectos no continente africano atingido no ano passado.
Em 2007, a Associação Internacional para o Desenvolvimento (IDA) e a Corporação Financeira Internacional (IFC) aplicaram, respectivamente, 5,7 mil milhões de dólares e 1,6 mil milhões de dólares em projectos no continente africano.

Demoradas negociações com brasileiros da Camargo Correia

O Governo moçambicano está ainda a negociar com o consórcio liderado pela empresa brasileira Camargo Correia o contrato de construção da barragem de Mphanda Nkuwa, no vale do Zambeze, disse ontem fonte do Ministério da Energia.
O Executivo moçambicano assinou em Setembro de 2007 com o referido consórcio um acordo de princípio, depois de aprovar o projecto de construção da Barragem de Mphanda Nkuwa apresentado pelo grupo, mas falta ainda a assinatura do respectivo contracto de concessão. "As leis moçambicanas do ramo de exploração de energia são claras: tem de haver um contracto de concessão para que seja implementado um empreendimento energético no país e isso ainda não aconteceu", sublinhou uma fonte do gabinete do ministro moçambicano da Energia, Salvador Namburete.
Com a assinatura do acordo de princípio em Setembro de 2007, ficaram definidos os direitos e obrigações do consórcio liderado pela Camargo Correia e lançadas as bases que permitirão a concessão de Mphanda Nkuwa ao grupo empresarial brasileiro. "Um acordo de princípio vale o que vale, mas não é um acordo de concessão", enfatizou a fonte do Ministério moçambicano da Energia, que não indicou quando é que esse instrumento será assinado.
Além da Camargo Correia, o consórcio é constituído pelas empresas Electricidade de Moçambique (EDM) e pela INTELICA, do grupo INSITEC. A construção da mega-barragem está avaliada em 1,5 mil milhões de euros e a mesma terá uma capacidade de produção de electricidade de 1.350 megawatts (a Hidroeléctrica de Cahora Bassa tem cerca de 2 075 megawatts) e deverá ser financiada pela Export-Import Bank of China (Eximbank).
A barragem de Mphanda Nkuwa é um projecto de geração de energia que está no topo das prioridades do Governo de Moçambique, que pretende vender o excedente da energia aí produzida a outros países da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), ao abrigo dos mecanismos da SAPP, entidade responsável pela planificação e coordenação das actividades de cooperação e comércio de energia na região.
A organização não-governamental moçambicana Justiça Ambiental tentou dissuadir os bancos chineses a avançar com o financiamento da mega-barragem de Mphanda Nkuwa, advertindo para graves consequências no vale do Zambeze.
Os ambientalistas põem em causa a existência de um estudo de impacto ambiental para a barragem e lançam interrogações sobre a segurança do empreendimento, recordando o abalo sísmico registado no passado recente e o facto da barragem ter sido projectada para uma zona de actividade sísmica.
Com 39 rios a correrem para o Índico, Moçambique tem um dos mais elevados potenciais de produção de energia eléctrica da África Austral, estimando-se que possa produzir até 12 mil megawatts de energia eléctrica, quando apenas consome 350 megawatts.
Apesar de ser um dos países da África Austral melhor servido por rios e cursos de água, Moçambique dispõe apenas de 12 barragens médias e grandes, que se tornam insuficientes para suprir o crescente consumo.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Destaques da edição 141 de 24/Jan/2008

...E tudo a água levou (por Carlos Menezes)
- País vive as piores cheias da sua História enquanto nação (in)dependente

A tragédia que todos os anos atinge milhares de moçambicanos voltou a repetir-se: desde Dezembro que a região do Vale do Zambeze está a ser fustigada pelas fortes chuvas sazonais, que causaram inundações gigantescas e mataram pelo menos dez pessoas. Mais de 68 mil pessoas foram obrigadas a abandonar as suas casas devido à subida das águas.

Túmulo de Jonas Savimbi (Angola) foi «profanado»
O túmulo do antigo líder da UNITA, Jonas Savimbi, morto em combate em Fevereiro de 2002, foi parcialmente destruído por um grupo de jovens entretanto detidos pela polícia, revelou recentemente o porta-voz deste partido. Adalberto da Costa Júnior disse que a “profanação do túmulo de Savimbi teve lugar a 03 de Janeiro e que “tudo indica que a intenção era retirar do local todas as indicações referentes à pessoa”.

NO PRÓXIMO NÚMERO, Um cão que virou ministro
Os jornalistas Orlando Castro e Jorge Eurico (a eles juntar-se-á certamente Eugénio Almeida)escrevem amanhã sobre um cão que foi nomeado ministro de um dos governos mais cleptocrático da Lusofonia por confundir barafunda com bafo de bunda. Qualquer semelhança com ficção será pura realidade.

Portugal admite apoiar Moçambique na crise das cheias
Portugal está a «estudar a possibilidade» de ajudar Moçambique na crise provocada pelas cheias, que já provocaram mais de 77 mil deslocados, disse recentemente o secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros.

Vizinho aflito, ajuda pronta e imediata!
A Swazilândia vai estabelecer negociações com o nosso País com vista a importação da sua energia eléctrica, após a companhia pública sul-africana Eskom, o seu principal fornecedor ter congelado as suas exportações do produto, noticiou recentemente a France Press (AFP).

Orfãos da sida são vítimas de exploração sexual
Save the Children descobre vários casos de roubo de bens por familiares, deixando órfãos de SIDA sem nada. 1,6milhões de jovens moçambicanos com SIDA. Explosão de número de órfãos estabiliza estruturas sociais.
Num programa efectuado em 4 distritos moçambicanos, Save the Childrem descobriu que é comum para familiares roubarem os bens deixados por pais às suas crianças quando morrem.

Com esta CPLP só a Lusofonia perde (por Orlando Castro)
Continuo a pedir a ajuda dos cidadãos lusófonos para que, caso estejam para aí virados, me dizerem se viram por esse mundo fora alguma coisa que dê pelo nome de Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). Poderá ser, imagino, um elefante branco ou, quiçá, uma enorme montanha de onde foi parido um ratinho. Dizem-me, contudo, que estatutariamente é algo de grandioso. Será? Talvez. Pena é que os estatutos não façam, só por si, obra.

VENEZUELA: Hugo Chávez admite mastigar folhas de coca todas as manhãs
A oposição venezuelana acredita ter encontrado o segredo dos prolongados discursos e das extensas viagens internacionais do presidente Hugo Chávez: «Drogar-se» com folhas de coca todas as manhãs.

HARARE: Líder opositor do Zimbábue é detido horas antes de manifestação proibida
O líder do principal partido da oposição no Zimbábue, Morgan Tsvangirai, foi detido na madrugada de quarta-feira pela Polícia e ficou retido durante quatro horas, informaram fontes da legenda. Tsvangirai, líder do Movimento para a Mudança Democrática, foi detido pelas forças de segurança e interrogado sobre uma manifestação convocada por seu partido.

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terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Alguns destaques da edição 140 de 23/Jan/2008

Ouro, ouro, ouro negro!
- Ainda são desconhecidas as quantidades de hidrocarbonetos existente na bacia do Rovuma

Um responsável do Instituto Nacional de Petróleos de Moçambique afirmou recentemente em Pemba à Rádio Moçambique haver fortes indícios da existência de hidrocarbonetos na bacia do Rovuma, em Cabo Delgado. Ramiro Nguilaze garantiu à estação emissora que as várias pesquisas em curso indicam a presença de hidrocarbonetos, mas que ainda se desconhecem as quantidades.

Guiné-Bissau: Nino Vieira, campeão do não sei de nada! (por Francelino Alfa)
Os “marcianos” são extra-terrestres. “Seres” que vivem em Marte. Marte, também é conhecido como “o Planeta Vermelho”, devido à sua cor avermelhada. “ (...) Marte é o quarto planeta a contar do sol e é o último dos quatro no sistema solar, situando-se entre a Terra e a cintura de asteróides”.
De noite, aparece como uma estrela vermelha, razão porque os antigos romanos lhe deram o nome de Marte, o deus da fúria e da guerra. Os chineses, coreanos e japoneses chamam-lhe “Estrela de Fogo”, baseando-se nos cinco elementos da filosofia tradicional oriental. Outras civilizações como os babilónios, Marte era “A Estrela da Morte”. (...)”.

Extradição de presos moçambicanos no Brasil aguarda ratificação do Congresso
A extradição de vários moçambicanos presos no Brasil por tráfico de droga aguarda ainda a ratificação do respectivo tratado pelo Congresso brasileiro, afirmou recentemente a embaixadora cessante do Brasil em Maputo, Leda Camargo.

Espanha vai doar 735 mil euros para ajudar vítimas das cheias
A Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (AECID) anunciou em Madri que vai doar 735 mil euros ao nosso País para ajudar a fazer face às “graves inundações” que o atingem. “A agência responde ao pedido de ajuda do governo de Moçambique com uma doação inicial de 235 mil euros que serão geridos pelo Gabinete Técnico de Cooperação em Maputo”, lê-se num comunicado que a AECID divulgou na sua página na Internet.
Na nota, a agência afirma ainda que vai destinar também 500 mil euros ao Programa Alimentar Mundial (PAM), o que “permitirá abastecer 280 mil pessoas”.

ZIMBABUÉ: Mediador Mbeki perde credibilidade quando data das eleições se aproxima
O Presidente sul-africano Thabo Mbeki, mediador mandatado pela Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC) para aproximar Governo e oposição no Zimbabué, é alvo de críticas crescentes no seu país pelo aparente falhanço da sua missão.
Depois de regressar da sua última viagem a Harare, capital do Zimbabué, na quinta-feira, onde, com muita fanfarra, se encontrou com o seu homólogo Robert Mugabe e com dirigentes da oposição (MDC), Mbeki tem-se mantido no mais absoluto silêncio sobre os resultados da jornada negocial.

Joaquim Morais escreve sobre Angola e Savimbi
Angola para todos os angolanos, Um símbolo Uma bandeira Uma pátria», é o título do livro de Joaquim Morais que será apresentado em Braga (Portugal) no próximo dia 9 de Fevereiro, na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva.

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