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quarta-feira, 19 de março de 2008

Alguns destaques da edição 173, de 18/Mar/2008

Harare recusa credenciar jornalistas ocidentais e ameaça deter os ilegais
- Serviços secretos está a examinar individualmente os cerca de 300 pedidos de acreditação de jornalistas estrangeiros

O GOVERNO do Zimbabué anunciou ontem que procederá à detenção de qualquer jornalista ocidental que entre no país fazendo-se passar por turista para cobrir as eleições presidenciais, legislativas e locais de 29 de Março. A informação foi prestada por um alto funcionário do regime ao jornal estatal “Sunday Mail”. Em declarações publicadas pelo jornal, George Charamba, o secretário permanente do Ministério da Informação, disse que uma equipa composta por funcionários do seu Ministério, dos Negócios Estrangeiros e dos serviços secretos está a examinar individualmente os cerca de 300 pedidos de acreditação de jornalistas estrangeiros recebidos pelo Governo e que nenhum jornalista ocidental receberá credenciais para trabalhar no país no período eleitoral. Segundo Charamba, os “jornalistas ocidentais não serão autorizados a cobrir as eleições porque os governos dos seus países acreditam que apenas eleições ganhas pela oposição poderão ser consideradas livres e justas”. Estamos atentos a tentativas dos governos hostis de transformar jornalistas em observadores ou de infiltrar observadores não autorizados e pessoal de segurança à sombra dos media ou organizações privadas, e iremos detê-los e expulsá-los”, garantiu George Charamba ao jornal.

Missionário português ferido em assalto em Cabo Delgado
Um missionário português foi ferido com gravidade num assalto a uma missão católica em Cabo Delgado, no Norte de Moçambique, mas está “fora de perigo” no Hospital Central de Maputo. Em declarações à Agência Lusa, o responsável pela congregação dos Missionários da Boa Nova, padre Anastácio Jorge, relatou que João Gonçalves, de 78 anos, chegou a Maputo inconsciente, acompanhado por um enfermeiro do Hospital de Pemba.

Cavaco Silva está desde sábado no nosso País
A segurança, discreta mas bem visível e assegurada por militares, e a longa caravana automóvel com batedores da polícia, eram na manhã do último sábado o único sinal de que o Presidente da República português acabara de aterrar em Maputo. Cavaco Silva, que viajou no voo da TAP que regularmente assegura a ligação entre Lisboa e Maputo (uma viagem de quase 11 horas), desembarcou na capital moçambicana – onde fazia sol e uma temperatura superior a 30 graus - às 10:56 (08:56 em Lisboa), tendo sido recebido à chegada por uma pequena e discreta comitiva alinhada no final da escada do avião.

PAM garante ajuda de emergência para 60 mil vítimas do ciclone“Jokwe”
Cerca de 60 mil moçambicanos afectados pela passagem do ciclone “Jokwe” vão receber ajuda alimentar de emergência do Programa Alimentar Mundial (PAM), anunciou o director do Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INCG). Bonifácio António adiantou que 60 mil moçambicanos serão abrangidos pela iniciativa do PAM. “Estamos ainda a avaliar as necessidades, pelo que o número (de pessoas afectadas pelo “Jokwe”) poderá ainda aumentar”, frisou Bonifácio António, citado pela agência IRIN, do Departamento de Coordenação das Ajudas Humanitárias da ONU. O “Jokwe” provocou a morte de 17 pessoas e ferimentos em 15, e afectou mais de 30 mil casas, que ficaram total ou parcialmente destruídas em consequência da sua passagem, sobretudo nos dias 07 e 08, pelas região Norte e Centro de Moçambique.

Campanha de solidariedade da Oikos para famílias de Morrumbala
As vias de acesso em Morrumbala estão completamente inundadas, aumentando as contrariedades na evacuação das famílias afectadas e o isolamento das mesmas. É necessário recorrer a meios aéreos para socorrer e distribuir ajuda, o que dificulta e encarece a assistência. A Oikos, em total colaboração com as autoridades locais e com os militares moçambicanos, está a auxiliar no resgate das pessoas e na localização das aldeias afectadas e isoladas pela água. Já estamos a distribuir alimentos, a construir poços de água em zonas de reassentamento e, brevemente, a instalar tendas e a distribuir kits de bens essenciais.

Maria de Medeiros, Artista para a Paz, (en)canta no nosso País
A actriz e cantora Maria de Medeiros actua em Abril no nosso País naquele que será o primeiro acto como «Artista UNESCO para a paz» e onde irá tentar dar mais visibilidade à educação artística. Nomeada oficialmente «Artista UNESCO para a paz» hoje, segunda-feira, em Paris, Maria de Medeiros explicou à agência Lusa que daqui para a frente irá associar a sua agenda à da organização internacional, como forma de promover as actividades de promoção da cultura.

O PRÉDIO (II) (por Gil Gonçalves)
Entupiram as fossas nasais do esgoto, como uma baleia esguichou, marulhou, evacuou o lodo humano oprimido nas galerias tubulares. Deu à costa frontal do prédio. Ninguém se importunou com o habitat anormal, convivência sem regras. O perfume abjecto dita o paradigma da aceitação social, o lazer decisório impõe o retorno medieval, do cavar vala e escoar o fedorento nojo pela rua afora. E obram-se, comemoram-se festejos pelo feito alcançado, devidamente autorizados por quem de direito.

Frelimo já corre, não sabe é para onde (por Orlando Castro)
O porta-voz da Frelimo, Edson Macuácua, justificou a remodelação no Governo moçambicano com a tese do presidente da República, Armando Guebuza, de que “não é tempo para andar mas para correr”. Gostei. Gostei mesmo. No entanto, vistas bem as coisas, é preciso que alguém explique ao presidente que o seu Governo está de facto a correr... mas no sentido errado.

O treinador e a equipa (por Jorge Eurico)
Armando Guebuza, digo eu, também quer (e deve) mostrar trabalho. Sucede, porém, que, contrariamente a Joaquim Chissano, não tem uma equipa técnica e politicamente competente que lhe permita mostrar trabalho, de molde a convencer alguns (mas quase todos) companheiros de partido, bem como o eleitorado, que merece dirigir os destinos de Moçambique e dos moçambicanos.

Jacob Zuma quer pena de morte na África do Sul (por José Gama, Pretória)
As reações saídas do último congresso do ANC alegando que o novo líder do partido no poder na África do Sul Jacob Zuma e o Presidente da República Thabo Mbeki exerceriam uma coabitação pacifica por ambos pertencerem ao mesmo partido começa a ser contrariada na acção practica. Em entrevista recente ao “Finantial Time” de Londres, Jacob Zuma ataca frontalmente o Presidente Thabo Mbeki ao dizer que o poder na África do Sul está nas mãos do partido que lidera o país. Em resumo o Presidente do ANC tentou transmitir que no seu país é ele quem manda.

ANGOLA: Páscoa tensa na província de Cabinda (por Jorge Heitor/Público)
As cerimónias da Semana Santa em Cabinda foram, mais uma vez, assinaladas pela tensão entre as autoridades e uma parte da comunidade cristã, com dificuldades levantadas a alguns milhares de fiéis que procuravam fazer um percurso entre as paróquias de Santa Catarina, São Pedro e São Tiago, contou, domingo último, ao PÚBLICO o activista cívico Agostinho Chicaia.

GUINÉ BISSAU: Governo apresenta queixa contra jornalista
O Ministério da Administração Interna da Guiné-Bissau apresentou recentemente, no Ministério Público, queixa contra o jornalista que noticiou que as esquadras de Bissau tinham sido desarmadas pelo chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas, general Tagmé N’Waié. “Acabámos de apresentar queixa no Ministério Público”, disse à Agência Lusa o assessor de imprensa do Ministério da Administração Interna, Bacar Tcherno Dolé. “A falha do jornalista foi não ter confrontado o Ministério da Administração Interna com as informações que tinha”, acrescentou Dolé. Na edição de segunda-feira, o semanário Última Hora noticiou que o chefe de Estado-Maior general das Forças Armadas Guiné-Bissau, general Tagmé Na Waié, mandou recolher todo o armamento das esquadras da polícia de Bissau.

Estas e outras notícias podem ser lidas, na íntegra, em PDF solicitando via e-mail ao lado.

quinta-feira, 6 de março de 2008

Alguns destaques da edição 170 de 6/Mar/2008

Vem aí a ditadura da Frelimo metida numa “luva de alpaca”
- Com o perverso assentimento da Comunidade Internacional , FRELIMO insulta inteligência do Povo moçambicano e prepara-se para “impôr” regime de partido-Estado do Rovuma ao Maputo
A FRELIMO, acrónimo da Frente de Libertação de Moçambique, pretende segundo a sua “Proposta do Plano de Actividades para 2008”, datada de 10 de Outubro de 2007 – criar mais de 14 mil células novas nos locais de trabalho e de residência onde o partido precisa de se implantar ou reforçar a sua representação.

Parabéns, “ilhéu de Santa Maria”!
“O que não pode é ficar como está!”. eis a resposta (certa. mas francamente incompleta!) de leigo, ou manhoso, que se “esquece” de argumentar se um “complexo resort hotel casino”, é a única alternativa a “ficar como está”... Respostas -prostitutas! Diminuídas! A condizer com a batota que tanto anseia o Conselho de Ministros. “O Ilhéu fica como está? Deve ser construído? E o que deve ser construído?”. Este foi o mote para um debate que falhou aqui.

Dhlakama:Moçambique virou País de “mocinhos & bandidos”
O presidente da RENAMO, Afonso Dhlakama, criticou recentemente “o mau funcionamento das instituições de justiça” em Moçambique, considerando-o responsável pelos linchamentos registados no País. Em declarações à agência Lusa, o líder do principal partido da oposição em Moçambique afirmou que os linchamentos, que desde Janeiro já mataram cerca de 20 pessoas, reflectem a “frustração da população pelo mau serviço”, que tem sido prestado pelas instituições de combate ao crime.

Chinês ICBC adquire 20% do Standard Bank
O Banco Comercial e Industrial da China (ICBC), o maior daquele país asiáticos, anunciou ontem a aquisição de 20% das acções do Standard Bank, sul-africano, por 5,5 mil milhões de dólares. O Standard Bank, líder de mercado em Moçambique, já anunciou que vai investir o novo capital no crescimento em Angola, entre outros países do continente africano.

O racismo, segundo Hermínio Chissico (por Alex Nhabanga)
O escritor Hermínio Chissico, depois de ter estado na cidade da Beira em Janeiro último, encontra-se presentemente em Nampula para uma reedição do livro intitulado “O racismo na sua perspectiva Sociológica como o mesmo se manifesta a nível Global e em Moçambique”. O autor revelou, em conversa telefónica com o Observador, que prevê igualmente escalar alguns países falantes da língua portuguesa e reiterou que a concretização deste intento depende de pronunciamento dos financiadores.

POIS É, ERA PREVISÍVEL... Ossétia do Sul quer independência reconhecida
A Ossétia do Sul, região separatista pró-russa da Geórgia, pediu ontem à Rússia, à ONU e à União Europeia que reconheçam a sua independência, à semelhança do que aconteceu recentemente no Kosovo, avançaram as agências russas.

ANGOLA: MPLA e UNITA demarcam-se de protestos do «grupo dos 87» partidos
Os dois maiores partidos angolanos, MPLA e UNITA, demarcaram-se dos protestos anunciados esta semana por um grupo de 87 pequenos partidos caso o Estado não avance com financiamentos extraordinários para a campanha eleitoral. Estes partidos, na esmagadora maioria sem representação parlamentar, como explicou o seu porta-voz, Manuel Fernandes, falam em “desigualdade e fraude antecipada” caso não tenham acesso a verbas que lhes permitam elaborar as estratégias de campanha.

Estes e outros artigos podem ser lidos na íntegra, em PDF, solicitando via e-mail ao lado

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Alguns destaques da edição 157, de 18/Fev/2008

Editorial: FRELIMO, o rei vai nu (?)
As manifestações que, nas últimas semanas, tiveram como palco Maputo, Matola, Chókwe, Xinavane e outras regiões do País são um sinal claro e inequívoco de que o rei moçambicano vai nu; ou seja, são sintoma de que alguma coisa vai (está) mal no País. Contrariamente ao que se tem insinuado, as manifestações não são uma rejeição à pessoa de Armando Guebuza como presidente da FRELIMO e muito menos do País.

COMO SE (JÁ ) NÃO BASTASSE SER POBRE: Somos o País mais afectado pelas cheias na África Austral
País precisa de USD 35 milhões para ajudar vítimas das cheias

DOS países da África Austral atingidos pelas inundações que começaram em Dezembro, Moçambique pode ser o mais afectado, com cerca de 680 mil pessoas atingidas e mais de 90 mil hectares de plantações destruídas, refere uma fonte da ONU. O Escritório das Nações Unidas para Assistência Humanitária, Ocha, estima que cerca de 450 mil pessoas necessitem assistência humanitária de emergência na região atingida pelas inundações, especialmente medicamentos, água potável e abrigo para os desalojados.

Banco Mundial vai apoiar sector de recursos hídricos
O ministro das Obras Públicas, Felício Zacarias, afirmou quinta-feira passada em Maputo que o Governo pode melhorar as suas intervenções no sector dos recursos hídricos a fim de responder aos desafios colocados pelo desenvolvimento do País.

Querem decapitar Imprensa livre! (por Jorge Eurico)
Os espadachins do regime angolano, quiçá tendo em atenção as eleições que serão realizadas em Setembro próximo, já começaram a desembainhar as suas espadas e a esgrimi-las contra (tudo e) todos aqueles que lutam para manter acesa a chama da liberdade e consolidar a democracia (in)existente na Pátria de Agostinho Neto.

SÃO ORDENS DA ORDEM...E PONTO FINAL! Inscrição de advogados portugueses continua suspensa no nosso País
A inscrição de novos advogados portugueses na Ordem dos Advogados de Moçambique continua suspensa, enquanto os dirigentes da congénere portuguesa não revirem o protocolo de cooperação em vigor, disse à Lusa o bastonário da Ordem moçambicana. Alberto Cauio disse que a suspensão de novas inscrições, na sequência de uma deliberação votada pelo Conselho Directivo da Ordem dos Advogados de Moçambique, em Agosto de 2007, não afecta os advogados portugueses anteriormente inscritos. Cauio negou ainda que causídicos portugueses em exercício em Moçambique antes da suspensão do referido protocolo estejam a ser impedidos de continuar a sua actividade em Moçambique, como relataram à agência Lusa advogados moçambicanos em Maputo.

Sobre a demagogia dos que se pensam anti-demagogos (por José Adelino Maltez)
Dizem os manuais que o demagogo, na sua expressão grega primitiva, era apenas o chefe ou “condutor do povo”, sem qualquer sentido pejorativo, e, como tal, se qualificavam Sólon ou Demóstenes, intimamente ligados à defesa da democracia.

Austrália soma e segue em Timor (por Orlando Castro)
A influência australiana em Timor-Leste sente-se desde há muito, escrevi eu em diversas alturas, nomeadamente no dia 10 de Maio do ano passado. Nessa altura recuperei o que me dissera Xanana Gusmão em 13 de Fevereiro de 1999 (entrevista publicada no Jornal de Notícias): “O Governo australiano que continua a manifestar-se contra a independência de Timor-Leste está a passar-nos um atestado de menoridade”. Se com a vitória Se com a vitória de Ramos-Horta a Austrália acampou no seu quintal a que chama seu (Timor-Leste), com ajuda de Alfredo Reinado vai alargar o quintal. A Austrália têm-se mantido no país à margem da Missão Integrada da porque quem manda são os australianos. Tão simples quanto isso.

ÁFRICA DO SUL: Zuma introduz recurso (antes do processo) contra o seu interrogatório
O presidente do Congresso Nacional Africano (ANC), partido no poder na África do Sul, Jacob Zuma, inculpado por fraude e corrupção, introduziu quinta-feira última, um recurso no Tribunal Constitucional para impedir a acusação de utilizar os documentos obtidos durante certas investigações.

Para ler estas e outras notícias, na íntegra e em PDF, por favor aceda ao e-mail ao lado.

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

FRELIMO defende eleições provinciais em simultâneo com gerais

A FRELIMO, no poder em Moçambique, defende o adiamento para 2009 das primeiras eleições para as assembleias provinciais, marcadas para 16 de Janeiro próximo, fazendo-as coincidir com as próximas eleições gerais (legislativas e presidenciais). (...)

editado n' O Observador 87, de 26-Out-2007

Dinheiro divide FRELIMO e RENAMO na Beira

Há barulho no Conselho Municipal da Beira. Tudo porque as duas bancadas continuam a não se entender quanto aos moldes com que são feitos os orçamentos desde que o edil Davis Simango tomou posse como presidente da segunda maior cidade moçambicana. (...)

editado n' O Observador 87, de 26-Out-2007

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Segundo adiamento de eleições provincias está à vista

O adiamento das primeiras eleições para as assembleias provinciais em Moçambique, previstas para 16 de Janeiro, ficou ontem à vista com a entrega no Parlamento pela bancada da FRELIMO de uma proposta de revisão pontual da Constituição do País. A proposta do partido no poder visa permitir ao Parlamento dotar-se de poderes extraordinários para alterar a determinação constitucional de que as eleições para as assembleias provinciais se realizem até Janeiro de 2008.

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Samora morreu há 21 anos (Por Eugénio Costa Almeida)

Morreu – ou foi morto, assassinado, conforme as leituras que se queira e deseje fazer – há 21 anos, num acidente de aviação, em Mbuzini, montes Libombos, território sul-afri-cano, perto da fronteira com Moçambique. Era, foi e soube ser, um líder no seu País, afro--austral e africano.

FRELIMO propõe adiamento das eleições das assembleias provinciais

A Comissão Política da FRELIMO, partido no po-der em Moçambique, recomendou à sua bancada parlamentar que apresente uma proposta de emenda constitucional para o adiamento das eleições das assembleias provinciais, agendadas para 16 de Janeiro do próximo ano

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Lembrar Samora Machel e Matsangaíssa

Os moçambicanos têm, a partir deste momento, motivos de sobra para colocar os seus antagonismos políticos de parte e assinalarem as horas que se seguem duas datas importantes. Hoje assinalam-se 20 anos desde que o chão da vila de Gorongosa amorteceu o corpo pesado e morto de André Matsangaissa, o primeiro líder da RENAMO, morto em combate. A data será pretexto para Afonso Dhlakama reunir-se em Maputo com os seus mais próximos colaboradores para falar do seu predecessor. Entretanto, os militantes da FRELIMO poderão igualmente rememorar os feitos de Samora Machel no próximo dia 19. Neste dia do ano de 1986 morria o primeiro pre-sidente da República Popular de Moçambique num acidente de aviação, um caso que, tudo indica, jamais será deslindado por não interessar a determinadas figuras do partido no poder que deverão ter as suas «impressões digitais» no referido desastre. Seja como for, as datas que marcam as mortes de Matsangaíssa e de Machel devem ser assinaladas com alegria e marrabenta. Afinal de contas fize-ram muito para que Moçambique fosse hoje Moçambique

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

FRELIMO pode ver voto por um binóculo por causa de administrador anti-Povo

Mandou destruir casas de funcionários públicos, idosos e deficientes. Ordenou a destruição de 60 bandeiras de um partido político na Oposição. É Jorge Daúl a trabalhar, tendo em atenção as eleições que se aproximam, em «desfavor» da FRELIMO no distrito de Chemba. Os cidadãos querem vê-lo pelas costas. Resta agora saber se o poder vai ou não ouvir a voz do Povo

domingo, 14 de outubro de 2007

Falta juízo à RENAMO e Moçambique está atrasado por sua causa, acusa dirigente da FRELIMO na Zambézia

O secretário para a mobilização e propaganda do partido FRELIMO na Zambézia afirmou que da conquista da independência nacional para cá se a RENAMO – União Eleitoral não destruí-se parte significante das infraestruturas e outros bens deixados pelos portugueses, Moçambique já teria actualmente dado um passo bastante notório no processo de desenvolvimento sócio-economico.